O relógio faz o tic tac a todo momento. Os ponteiros avançam lentamente para frente, enquanto o cronômetro de nossa vida faz o movimento inverso. É como um vulcão: nunca saberemos quando chegará a hora. Seguimos olhando o relógio quando podemos, mas na verdade nós é que somos zelados por ele.
24/03/2012
22/03/2012
Filosofia de bar
21/03/2012
As almas inquietas
Almas inquietas.
Almas inquietas existem em todos os lugares.
Aqui, ali, na cidade ao lado.
Basta procurar.
Inquietos são aqueles que têm espírito criativo, ideais até utópicos, uma grande expectativa e três qualidades básicas:
Persistência.
Compaixão.
Bom senso.
Mas toda moeda tem seus dois lados.
Nós, inquietos, somos ansiosos
Muito ansiosos.
Absurdamente ansiosos.
Ansiedade essa que existe para nos mover rumo a algo melhor do que temos hoje, nos faz lutar por nossos objetivos, assim como os sonhadores, mas com o diferencial que existe algo dentro de nós que grita cada vez mais alto sabendo que as palavras se concretizarão.
Inexoravelmente.
18/02/2012
Um brinde aos sonhadores
Embaixo do sol do meio-dia caminhamos e construímos nosso futuro. E em cada madrugada, planejamos alguma revolução. Ideais e ideologias se misturam em conversas utópicas em um lugar qualquer. O homem é um dos seres vivos mais sonhadores que existe.
06/02/2012
Sobre a penumbra
04/02/2012
A verdadeira imortalidade
Era a época auge do romantismo em plena Europa quando um jovem poeta decidiu participar de um grande simpósio que discutia sobre a imortalidade. Na verdade, aquilo tudo se parecia muito com o banquete de Platão e suas teorias sobre o amor. Haviam muitos interessados no assunto, prontos para conversar por horas e horas expondo suas idéias e ideais.
27/01/2012
Vertigens da memória [Parte V]
A música que está tocando é a que me toca. Lembranças boas e ruins se mixam em ondas sonoras. Por um momento, todo o tempo atual pára e o passado se faz presente. É incrível como as composições podem recriar situações que vivemos. Mas será que nossas memórias condizem com os dias de ontem?
06/01/2012
A música da chuva
Não existe música para a chuva. A chuva por si só já é música. Notas em harmonia, mas ao mesmo tempo dissonantes, que além de preencher o ambiente, nos soam bem aos ouvidos. Chuva de alegria, chuva de tristeza, chuva de renovação.
30/12/2011
Concerto de uma só música
Os olhos estavam atentos e os ouvidos ansiavam por uma das melhores músicas eruditas de todos os tempos: o Concerto para Violino em Mi Menor, Opus 64, do compositor Felix Mendelssohn. Era uma noite de apresentação de somente uma peça, mas que valia por uma suíte inteira de obras.
