Cinco e cinquenta e três da manhã. Um pássaro canta enquanto eu leio meu livro de cabeceira. Aos poucos, toda a cantoria rouba minha atenção, até o momento em que não consigo mais focar nas linhas escritas sobre o amor líquido. Por um momento, a música que ecoa lá fora me parece muito mais interessante do que as reflexões sobre relacionamentos.
