Fato inegável: o amor vulgarizou, principalmente de alguns anos para cá. Pessoas dizem “eu te amo” com a mesma freqüência e automatismo com que dizem “bom dia”, sem ao menos pensar no que isso pode realmente significar. O amor acabou por se tornar um subproduto da indústria cultural feito para vender, e desde então isso é tido como algo belo: declarar amor a tudo que está ao nosso redor, por puro costume. Somente após muitos trancos e barrancos é que acabamos por pensar nos eu verdadeiro valor.
26/03/2010
Onde está o [verdadeiro] amor?
02/02/2010
Humanos ou máquinas?
Nos dias atuais, mais do que nunca, é impossível fugir dessa indagação. Fazemos tudo com hora marcada, desde nosso trabalho até as atividade para nosso lazer, inclusive nosso tempo de repouso é controlado pelo despertador. As vezes até nosso comportamento é regido por um código de conduta que nos diz como devemos nos comportar nas mais diversas situações. O homem construiu a máquina, e temo que um dia a vida do homem se torne tão mecânica quanto sua criação.
13/01/2010
Máscaras da perfeição
Simplesmente não entendo porque muitas pessoas ainda insistem em buscar a eterna perfeição em todas as coisas, pessoas e relações. É certo e absolutamente aceitável que estejamos querendo nos aprimorar cada vez mais, mas não creio que a eterna luta pela extrema virtuosidade seja uma atitude saudável. Mais lamentável ainda é a atitude de quem se mascara só para mostrar-se orgulhosa – e falsamente – a todo mundo uma pessoa de perfeição intocável que ela é. A grande verdade é que um dia as máscaras caem, por mais que esse processo demore longos meses, anos ou décadas. A personalidade perfeita um dia se revela, e isso pode ser um grande choque a todas as pessoas envolvidas na vida de um alguém mascarado.
